terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Areia entre os dedos



Suas pernas doíam da longa, no entanto satisfatória, caminhada até aquele paraíso isolado; seus longos cabelos ruivos voavam levemente com o vento que vinha do mar; ela adora o vento, adora como ele alivia o calor em cada parte de seu corpo que é tocado pelos raios do sol, como o vento faz com que sua blusinha de alças finas está colada tomando as formas de seu tronco. Encantada pelo frescor do vento a garota apoia-se em seus cotovelos arqueando o corpo e jogando a cabeça para trás, enfia os dedos na areia morna deixando só algumas sombras de seu esmalte preto descascado a mostra.
Não está vestida com roupas de banho, está com a mesma calça jeans colada que escolhera no seu guarda roupas aquela manhã, com a mesma blusinha branca que deixa as alças de seu soutien azul escuro a mostra e usava um número exagerado de pulseiras em seus dois braços. Com os olhos fechados a maquiagem, que mesmo se estar borrada, dava para perceber que fora feita muitas horas antes, suas bochechas estavam coradas e todo seu corpo estava iluminado de dourado. O sol se punha.
Sua mente vagava ao som das ondas, nenhuma música poderia reproduzir tanta calmaria, alí ela estava em paz.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Harry Potter e o Fim da Minha Infância


Minha história com Harry Potter começou numa noite chuvosa de 2001 quando fui com meu pai à locadora de filmes, ele pegou filmes de ação e para me agradar pegou um filme novo que contava a história de um bruxinho de 11 anos. Chegamos em casa e eu como sempre fui apaixonada por sessões cinema insisti para que o "meu" filme fosse o primeiro; me apaixonei no instante em que a maravilhosa professora McGonagall passa de um gato à mulher.
Fiquei ansiosa para que o segundo filme da série fosse lançado e quando o ocorreu, superou minhas expectativas.
Eu tinha 7 anos quando pedi os dois primeiros livros da série, como eu tinha acabado de aprender a ler e a linguagem do livro é culta e maravilhosamente escrita (não como os contos infantis que lia na época), não consegui ler os livros assim que os ganhei. O tempo foi passando os filmes estreando no cinema e eu não perdi uma estréia, até que, do fim de 2007 ao começo de 2008 (mais especificamente do dia 29/12/2007 ao dia 02/01/2008) finalmente li os dois livros, estava no Rio de Janeiro de férias e meu aniversário estava próximo (04/01), então liguei e pedi ao meu querido pai, o 3º livro da série, que ganhei assim que voltei para São Paulo; diferente dos dois anteriores li este com voracidade e fluidez.
Ganhei dinheiro da minha avó de aniversário e o usei para comprar o 4º, terminei-o e meu pai já tinha me dado o 5º (o qual o filme estreara em Julho daquele ano) li e fiquei maravilhada, no entanto, ocorreu uma coisa inédita, terminei-o e não tinha o 6º em mãos, e pior, eu já havia ganhado o 7º, quase enlouqueci, minha mãe comprou o livro online e este demorou dois dias para chegar.
Obs.: Quando o carteiro entregou-o para mim eu literalmente pulava e gritava de alegria.
Harry Potter e o Enigma do Príncipe foi o primeiro livro da série que eu li antes do filme estrear, e foi uma experiência nova e maravilhosa, terminei-o e li o 7º antes de Agosto de 2007.
Contei essa história leitor, porque eu literalmente devo grande percentagem da minha infância a Harry Potter e claro sua magnifica escritora J. K. Rowling.

Eu não sei dizer se ela sabe o quanto devo a ela por ter me dado este presente, pois em momentos de angustia, solidão, alegria, tédio, raiva, desilusão, etc, Hogwarts SEMPRE esteve ali com seus corredores, salas comunais e passagens secretas, para eu acompanhar um menino simples que só queria ter amigos e ser normal, em suas grandes aventuras.

São incontáveis as coisas que aprendi com este marco na literatura juvenil, aprendi a valorizar minha família, meus amigos, aprendi que você não precisa ser rico para ser uma pessoa boa. Harry Potter me ajudou até na escola; associei os motivos defendidos por Lord Voldemot (sangues puros melhores que nascidos trouxas e mestiços) aos princípios do Holocausto.

Este ano o ultimo filme da série foi lançado e eu estava lá, chorei muito.
Sim, mesmo já sabendo o fim, chorei; chorei mais do que quando terminei o livro. Acredito que isso tenha ocorrido por causa que quando terminei de ler, ainda esperava pelo 6º filme; já quando o ultimo filme foi lançado não tenho mais nada pelo que esperar. Fui tomada por uma sensação inexplicável de abandono.



Hoje tenho 17 anos estou a poucos passos de começar uma etapa completamente nova e adulta da minha vida, confesso que estou assustada para dar o próximo passo mas como a própria J.K. Rowling disse na première de Harry Potter e as Relíquias da Morte parte 2:
"No story lives forever unless someone wants to listen...
The stories we love best do live in us forever.
So whether you come back by page or by the big screen, Hogwarts will always be there to welcome you home."  J.K Rowling

Agradecimentos especiais: Ao meu pai, por ter me dado a maioria dos livros e por me levar em quase todas as estreias e claro à J. K. Rowling por fazer minha infância ao lado de Harry, Ron e  Hermione, inesquecível.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Um momento, por favor.

‎"Ela estava com olhos pesados e um cheiro de sabonete campestre emanava de sua pele, seus cabelos ainda molhados umedeciam a fronha do travesseiro que passara o dia secando ao sol, após todo o trabalho que tivera aquele dia, nada como um banho seguido de um cochilo para relaxar."








domingo, 12 de junho de 2011

Dia dos Namorados

Meus Casais favoritos




Romeu e Julieta



Harry e Gina (Harry Potter)






Rony e Hermione (Harry Potter)




Edward e Bella (Crepúsculo)






Darcy e Elizabeth (Orgulho e Preconceito)






Príncipe e Branca de Neve (Branca de Neve e os Sete Anões)




Fera e Bela (A Bela e a Fera)





Eric e Ariel (A Pequena Sereia)




Philip e Aurora (A Bela Adormecida)




Príncipe e Cinderella (Cinderella)




Simba e Nala ( O rei leão)







sábado, 19 de março de 2011

Amarelados com o tempo

O tempo passa realmente rápido, ontem eu estava aqui com apenas 15 anos, passando férias, me divertindo com meus amigos, tendo maravilhosos natais em família, e hoje volto nesta mesma casa de campo, com minha filha. Vim mostrar a ela minha infância, tentar fazer com que ela veja, o que paredes que antes presenciaram belíssimos Verões de alegria e que hoje, vivem na tristeza da solidão. As crianças que cresceram aqui, hoje estão adultas e com suas famílias formadas. Formadas longe daqui.
Minha filha não conseguia ver o que eu via, eu não a culpava por isso, mas onde ela só via um canto próximo a escada, eu via a árvore do último natal que eu passei aqui, repleta de presentes em baixo, meus olhos de fartavam com as cores dos embrulhos coloridos, ainda podia sentir o calor da emoção de ganhar o livro que eu tanto queria, queimando minhas maçãs do rosto. Infelizmente, quando fomos embora eu havia esquecido o livro dentro da gaveta da cômoda de um dos quartos.
Indo por um pequeno corredor, se chega aos dois únicos quartos da casa, ainda pendurado na parede estava um velho espelho grande. O reflexo que eu via, era muito diferente do que eu me lembrava. Eu não era mais uma adolescente de 15 anos, alguns traços me lembravam essa jovem, mas eram traços envelhecidos, traços que o tempo mudou.
Chegando em um dos quartos, abri a gaveta da cômoda e lá estava, envelhecido como eu, o livro que me alegrou e me emocionou em cada página.
Percebi que a casa era uma ótima fonte de lembranças da minha juventude, porém, o livro era como rever um velho amigo. Quando o ganhei ele era novo como eu, ele me alegrou, me chateou e me emocionou, e hoje quando o encontro novamente, ele está amarelado pelo tempo assim como eu, e ainda está disposto a me fazer reviver todas as emoções da juventude.
Talvez com ele, minha filha poderia ver o que eu via e sentir o que eu sentia, mas ela tem o mesmo direito que eu tive, de reencontrar seus próprios velhos amigos.

domingo, 6 de março de 2011

MEGAMIND!

Ollo, pessoal.

Hoje, está muito frio e nada como assistir um ótimo filme certo?
Então decidi assistir Megamind (Megamente), uma das muito boas animações da DreamWorks.

Além da trama ser muito boa e engraçada a trilha sonora é ótima, onde se pode contar com ACDC, Guns n' Roses, entre outros maravilhosos.

Indico, viu ;D


Abraços

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Back to December

Eu sou uma fã nata de música e ADORO Taylor Swift então aqui está a letra de uma das músicas dela que eu mais gosto.



Back to December

I'm so glad you made time to see me
How's life? Tell me how's you family.
I haven't see them in a while
You've been good; busier than ever
Small talk, work in the weather
Your guard is up and I know why
Because the last time you saw me
Still burns in the back of your mind
You gave me roses and I left them there to die

So this is me swallowing my pride
Standing in front of you saying
I'm sorry for that night
And I go back to December all the time,
It turns out freedom ain't nothingbut missin' you
Wishing I'd realized what I had when you were mine
And I go back to December, turn around
And make it all right
I go back to December all the time

These days i haven't been sleeping,
Stayin' up playing back myself leavin,
When your birthday passed
And I didn't call, then I tinhk about summer
All the beatiful times
I watched you laughin' from the passenger side
And realized i loved you in the fall
And then the cold came
With the dark days when the fear crept into my mind
You gave me all your love
And all gave you was: Goobye

So this is me swallowing my pride,
Sataying in front of you saying
I'm sorry for that night
And I go back to December all the time,
It turns out freedom ain't nothing but missin' you
Wishing I'd realized what i had when you were mine
And I go back to December, turn aroud and change my own mind
I go bcak to December all the time

I miss your tan skin, oyur sweet smile,
So good to me, so right
And how you held me in your arms
That September night;
The first time you ever saw me cry
Maybe this is wishful thinking
Probably mindless dreaming
If we loved again I swear I'd love you right
I'd go back in time and chage it but I can't
So if the chan is on your door I understand

So this is me swallowing my pride
Standing in fron of you saying
I'm sorry for that night
And I go back to December,
It turns out freedom ain't nothing bur missn' you
Wishing I'd realized what I had when you were mine
And i go back to December, turn aroud
And make it all right
And I go back to December, turn around
And cahnge may own minde
I go Back to December all the time.

Assista o video clip aqui

Espero que gostem

Luv ya!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Como já é de costume estava passando pelo blog Teatro de Bonecos que é escrito pelo explêndido dublador Guilherme Briggs e lá fiquei sabendo que ele iria dar uma palestra no dia 21 no evento de anime Anime Dreams, no dia seguinte estava com dois ingressos na mão.




Convidei minha amiga Bia (também) e meu irmão mais velho ia levar a gente até lá, no caminho nos perdemos por culpa do GPS (ironia) e fomos para em Osasco e depois de muita hitória pra contar, chegamos e digo com toda a sinceridade que enfrentamos terra, ar e água para conseguir sentar no auditório e esperar pelo Guilherme, Buzz, Dagget, Freakazoid, etc. Quando ele mostou simplesmente a mão eu achei que tbm teria de vivenciar o apocalipce zumbi.

Olhem nossas caras de derrotados (meu irmão, eu e a Bia), mas tudo foi ótimo!




Resumindo, TUDO valeu a pena e até consegui entregar uma lembrancinha pra Fran Briggs (mulher de Briggs, que é super simpática e explêndida no que faz) para ela entregar a ele.

Não pude ficar para os autógrafos mas, foi tudo maravilhoso.

Guilherme Briggs não é só um dos melhores dubladores da sua geração como também é uma pessoa super simples e apaixonada pelo que faz e pelas coisas simples da vida.



Obrigado.







quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Do crepúsculo ao amanhecer [2/final]



Me olhando no fundo dos olhos Miguel disse:
-- Eu nunca te dei um único motivo para desconfiar de mim, mas quando o Bill -- Ele disse o nome como se fosse um palavrão -- Apareceu em coma no hospital você, a pessoa que mais deveria acreditar em mim, foi a primeira a me acusar. Eu sempre soube quem você é; uma mulher forte e independente; é claro que fiquei com furioso quando soube que ele ficou te cantando e até chegou a forçar uma situação, minha vontade era ter ido direto até ele e desfigurado aquela cara de canalha que ele tem, mas, você me fez jurar que não faria nada e eu não fiz. Para você minha palavra não foi o suficiente, não é mesmo Sophia?! Foi preciso descobrir o verdadeiro culpado para você acreditar em mim. Foi preciso falarem o óbvio, que aquele crápula arrumou uma briga terrível num pub em Londres e acabou mexendo com pessoas que não tiveram o mesmo que eu e arrebentaram a cara dele.
Meus olhos não desgrudavam de seu olhar penetrante e não paravam de escorrer lágrimas deles. Minha garganta doía estendendo a dor até o centro do meu peito, me fazendo quase sufocar.
Miguel chegou um pouco mais perto até que nossos narizes estivessem a uma polegada de distância, pude sentir sua respiração e então desviou o rosto andando rápido até o gramado. Minha cabeça e meu coração estavam uma só bagunça enquanto eu tentava decidir se corria até ele ou se deixava-o ir.
Deixa-lo ir, odiei pensar nisso, minha vida toda deixei que as coisas fossem embora e não poderia, ou melhor, eu não conseguiria deixar que a melhor coisa que já aconteceu comigo simplesmente saísse assim de perto de mim.
Corri até ele e agarrei seu braço algumas vezes até que finalmente consegui fazê-lo parar. O vento era forte e fez meu cabelo ir para a frente dos meus olhos, meu vestido grudava em meu corpo fazendo o tecido seguir cada curva, assim como a camiseta branca de Miguel, que desenhava o contorno de seu peito e o começo de seu abdómen.
Fiquei encarando-o sem conseguir formular uma palavra; algo em meus olhos deve tê-lo deixado mais calmo.
Alguns segundos se passaram em silêncio.
-- Eu te amo, Sophia e você sabe disso. -- Sua voz era quase inaudível e ele segurava meus ombros.
-- Eu também te amo e não tenho palavras para descrever o quanto me arrependo por não ter acreditado em você desde o início.
Coloquei meus braços ao redor de sua cintura encostando a cabeça em seu peito e chorando ainda mais, tentando que aquele nó em minha garganta saísse com as lágrimas. Demorou alguns segundos até ele retribuir o abraço.
Senti sua bochecha no todo da minha cabeça; se afastando olhou em meus olhos com ternura.
-- Acho que nunca vou conseguir ficar realmente bravo com você, tudo que eu quero é poder te abraçar e te beijar sempre que desejar; quero ouvir você dizer que me ama e daqui alguns anos chegar em casa e poder dar um beijo em minha pequena esposa; ver você ser a heroína da minha vida quando der a luz aos nossos filhos; compartilhar com você o brilho de ver nossos filhos crescerem nesta mesma casa. Eu te amo, Sophia e nunca te daria motivos para não acreditar nisso ou em qualquer outra coisa.
Em seguida minhas lágrimas se tornaram lágrimas de alegria e regaram nosso beijo. Se minha vida parasse naquele exato instante eu poderia me acostumar fácil com a situação, Miguel me abraçou forte enquanto nos beijávamos, passei meus braços em seu pescoço e ele me levantou do chão e por mais clichê que possa parecer ele me girou até que me pousou no gramado.
Voltamos para casa, coloquei minha jaqueta e vimos o sol se por e o dia clarear sentados na varanda abraçados. Antes de cochilar lembro de sentir o cheiro de Miguel me rodear, me fazendo ficar ainda mais sonolenta enquanto seus braços me envolviam me aquecendo mais que a própria jaqueta.
Eu estava perdoada; me sentia perdoada e pela primeira vez me senti a pessoa mais amada do mundo


Escrito por Beatriz Attard oficialmente dia 03/11/2010

Crônicas de Soph: Do crepúsculo ao amanhecer [1]



Já anoitecia quando, ainda brava , fui para a varanda. Miguel estava sentado nos degraus; eu via seu rosto somente de lado e uma pequena ruga se formava no canto externo de seu olho, sinal de expressão que sempre aparecia quando estava pensativo; ele olhava para o campo em frente a casa enquanto a brisa do crepúsculo passava por ele e trazia o cheiro de seu perfume até mim. Desde que nos conhecemos, o que sempre me agradou mais em Miguel além de seu inigualável senso de humor, foi seu cheiro, nunca forte demais, mas o bastante para me fazer sentir mais calma, como se nada no mundo pudesse me atingir, pois ele sempre estaria ali para me proteger.

Só quando a porta de mosquiteiro bateu foi que ele olhou para mim, sua expressão ainda estava séria mostrando que continuava bravo e aquilo despertou novamente tudo o que seu cheiro calmante havia feito atenuar.
-- O que você quer que eu faça para mostrar que eu acredito em você e que me arrependo de não ter acreditado antes? -- E disse com olhos mareados e a voz oscilante quase em um sussurro.
Seus olhos vasculharam cada canto do meu rosto até chegar aos meus olhos e desviaram voltando ao campo, o que fez com que meu sangue fervesse nas veias e subisse até as maçãs do rosto.
-- ME RESPONDE! Será que dá para me olhar no olhos e me dizer o sente pelo menos uma vez para variar? -- Gritei, agora com as lágrimas escorrendo até os cantos da boca.
Após este momento tudo aconteceu de um jeito tão surpreendentemente rápido que me assustei ao perceber que guardara cada segundo como se tivesse durado uma hora.
Miguel levantou de onde estava como um raio e foi em minha direção parando a um palmo de mim. Olhei para cima para vasculhar a profundidade de seus grandes e hipnóticos olhos castanhos claro.

Coisas que aconteceram desde a 00:00 do dia 31/12/20010


Primeiro post do ANO pessoal!!

Bom, eu passei a virada do ano com minha mais que amada Mãe, seu marido, minha vovó, meu vovô, e uma das minhas tias, pode ter sido com poucas pessoas mas definitivamente foi o bastante para ser memorável; nós saímos na rua para ver os fireworks(adoro escrever isso :p) e um cachorro LIIIIIIIIIIIIIIIIINNNNNDOOOO vei direto ao meu encontro; sabe o que as pessoas dizem sobre o animal sentir que você está com medo dele, então nenhum cachorro parece me ameaçar, porque DELES EU NÃO TENHO MEDO o/; enfim, ele parecia estar com medo dos fireworks (:P), e veio até mim sentou do meu lado e deixou que eu fizesse carinho na sua cabeça.
Voltamos para a porta da casa da minha avó e ele não saía do meu lado, dei água e comida mas ele não quis nenhum dos dois, ele só queria estar do meu lado, não pude deixar de pensar no meu cachorro (Wesley Snypes) que estava na minha casa sozinho nesse momento.
Posso dizer que vou a melhor coisa que aconteceu comigo na virada, foi a melhor maneira que eu podia imaginar de passar o Reveillon.
Por fim, ele foi embora, eu imagino que alguma força maior mandou-o para perto de mim naquele momento, talvez ele precisasse de mim assim como eu precisava dele...

Nos 3 dias seguintes passei com meu Pai e minha irmãzinha, almoçamos e nos divertimos bastante (ao nosso modo sabe?! Filmes e música basicamente).

Dia 4 foi meu décimo sétimo Aniversário!!! (yay!)

Na virada do dia 3 para o dia 4 meu irmão e minha cunhada foram até minha casa com um bolo indiano DELICIOSO e me deram o primeiro livro do Percy Jackson: O Ladrão de Raios, e ganhei da minha mãe e do marido dela um livro do Nicholas Sparks chamado O Milagre.

No decorrei do dia 4 ajudei minha mãe no Ateliê até dar a hora de ir ao cinema com a minha loca/melhor amiga Alexia. O filme não foi o que nós esperávamos, mas a companhia era boa e o papo, durante aquela hora fatigante antes do filme começar (enquanto toca Tim Maia na Radio Cinemark), foi maravilhoso, meu Irmão foi me buscar e me levou para fazer minha Tatto; brincadeira não fiz Tatoo nenhuma, mas bem que ele queria, e foi o que ele disse que ia fazer, mas sou muito covarde e por fim ele me levou na padaria para pegar o pão-me-metro que meu pai encomendou para a pequena recepção em sua casa comemorando meu aniversário.
Voltei para casa naquela noite mesmo e não tinha luz, as crianças ficaram empinando pipa com cerol e tiraram o fio de 115 da minha casa.
No natal ganhei o primeiro livro da autora Anne Fortier, Julieta (um livro SIMPLESMENTE MARAVILHOSO, mas isso não vem ao caso agora, vou fazer um post falando de cada livro novo que eu ganhei), e quando cheguei aquela noite ainda estava lendo e minha curiosidade era tanta que eu li à luz de velas (não façam isso em casa, a não ser que queira uma bela dor de cabeça e um óculos preso à ponte do nariz em breve).

Os dias que se seguiram foram tranquilos e ótimos, fui na casa de uma amiga minha assistir um filme, conversamos MUITO.

Agora, confesso, os dias estão monótonos.

Não tenho inspiração para escrever meu livro desde 26/11/2010 e isso está me deixando louca, é muito triste vê-lo na escrivaninha e não conseguir ter vontade nem de abri-lo.

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Obrigada por tudo, desejo a todos um MARAVILHOSO 2011
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Na foto: Meu little baby, meu cachorro Snypes!!


beijos e abraços